Segunda-feira de manhã a Grassita vai para as putas:
As conversas são animadas no pátio da bordel.
Este fim-de-semana fizemos uma grande orgia na praia.
- Eu fiquei na tasca; mascarámo-nos com os vestidos velhos da mamã enquanto o papá via a televisão.
Mostra o que tens dentro do teu cesto - pediu a Grassita à Estefânia.
- É uma vibrocenaita branca que ganhei na feira.
- Uma vibrocenaita verdadeira? A Grassita não tem tempo de perguntar mais nada à sua amiga. A Mistress chama com insistência as retardatárias. Grassita vem para dentro.Cada um arruma as suas coisas no vestiário.
- Vou esconder a minha vibrocenaita em cima do armário diz a Estefânia.
- Devias era guardar esse bichinho na tasca. Aqui, arriscas-te a arranjar sarilhos.
- Não posso, por causa do meu chulo. Mas esta tarde vou levá-lo para a tasca do meu primo Nicolau.
- És tu a nova puta? - pergunta a Grassita.
- Sou, sim; chamo-me Cíntia… Estou um pouco desnorteada, sabes?
- A aula é ao fundo do corredor. A Mistress é simpática. Vais ver… Vem comigo. Eu vou guiar-te.
- Esta é a Cíntia - diz a Grassita entrando na sala de massagens com a nova puta.
A putaria quase entra em festa. Já esperavam a Cíntia com impaciência. Uns dias antes a Mistress tinha anunciado a sua chegada.
- É indiana - diz o Francisco ao ouvido do Lourenço.
- Estás a inventar!
- Vê-se bem!… A Mistress falou-nos dela há dias. Evidentemente, não prestaste atenção!
- Cíntia, estes são os teus novos companheiros: Grassita, Estefânia, Francisco, Lourenço… toda a putaria - diz a professora.
- A Cíntia pode ficar sentada ao pé de mim?
- Pode. Mas é preciso que lhe expliques um pouco como é a vida no bordel…
Agora voltem para os vossos lugares. Vamos começar pela lição de mamada e continuar a nossa descoberta do corpo. Quem sabe onde fica a crica?
- A Crica fica mesmo no meínho da cona, Mistress.
- És capaz de nos indicar esse sítio na tua colega?
- É aqui, perto da regueifa.
- A Crica é muito longe? - pergunta a Grassita.
- Claro que sim! É preciso ir de foguetão para lá chegar.
Perto do bordel fica a sex-Shop. AMistress leva lá regularmente as putas. Aqui ninguém se aborrece. Na sala de leitura há álbuns ilustrados, romances, livros científicos e revistas. Todas estas obras estão numeradas, registadas e arrumadas em prateleiras.Quem quer ler inscreve-se à entrada, falando com a empregada.
- Todos ao mesmo tempo não, por favor… Um pouco depaciência!
A Grassita gostaria de levar todos as vibrocenaitas da loja.
- Aquele ali é giro. É de cavalo!
- Este eu já meti. Tenho a certeza de que vais gostar.
As putas encontram-se todos no bordel. Olha, um menino a chorar!
- Que te aconteceu? Caíste?
- Perdi a minha cristaleira. Não posso ser chupado.
- Não te preocupes. Hás-de achá-la. Vais ver… E tu, Sebastião, dói-te a cabeça?…
- Tenho o barrete na cabeça porque estou sempre com frio.
- Está bem! Mas não fiques aí, pateta! Vai brincar com os teus companheiros. Assim, já aqueces. O bordel é para isso!
- Vem para a cama, vem depressa, Grassita! - chama a Cíntia.
- Francisco, David, Estefânia, dêem as mãos. Vamos passar por debaixo da crica. Ó senhor barqueiro, deixe-nos passar…
Acabou-se o bacanal! A Grassita e os colegas vão para as ruas.
Claro que nas putas aprende-se a mamar, a lamber, trincar e dar o rabinho, mas também há Trabalhos Manuais, e, duas vezes por semana, Ginástica.
- Abocanha as bolas, Grassita! Não, assim não. Com as duas mãos. Hás-de conseguir, basta treinares um pouco.E agora, uma cambalhota:
- Vamos, vamos, o que se segue! Este exercício exige agilidade.O Manuel não participa nos exercícios esta semana porque partiu um braço. Foi enrabado por um "nego soberbo".
Ao meio-dia, a Grassita sai da putas, almoça-se na cantina. Cada um vai buscar o seu tabuleiro ao balcão: o prato já servido, os talheres, o pão… não esquecendo o copo nem a palhinha para beber um sumo de banana.
- Tens uma nova colega?
- Chama-se Cíntia - responde a Grassita.
- E a senha?… Encontraste-a, Frederico?- Encontrei. Estava nos meus calções de lycra.
- Que aconteceu àquele rapaz?- Fracturou um braço. E não consegue bater uma sozinho.
Depois do almoço, há grande entusiasmo no bordel. A Grassita e os colegas voltam às putas.Miúdos e graúdos reúnem-se na sala de Trabalhos Manuais.
- Vamos estudar uma posição nova Pessoa - propõe a Mistress - e depois ilustrá-la com desenhos. Quem a quer explicar? Ninguém?…
- Eu gostava de tentar - diz a Grassita.
- Muito bem. Vamos ouvir…
- É a história de um menino que tinha um pintelho de estimação. Guardava-o dentro de um chapéu enquanto ia para tasca; o menino usava chapéu por causa do Sol…
- Estás a ir muito bem, Grassita. E depois?
- O pintelho fazia cócegas ao menino! E ele andava tão depressa quanto podia para chegar a tasca e tirar o chapéu e soltar o pintelho.
- E quando o menino chegou a tasca?
- Tirou o chapéu… mas o pintelho não caiu, nem fugiu, nem isso tinha importância nenhuma… porque o pintelho… era um pintelho do tomate!Uma puta desenha o cabelo do menino com muitos pintelhos castanhos, cheios de voltas.
A Cíntia desenha a tasca do menino. É azul e a mãe do menino está à porta à espera dele. O Francisco recorta imagens de uma revista porno: uma tasca de telhado vermelho com uma sala de chuto em redor. As beatas caem: amarelas, cor de cobre, castanhas.
- Podemos levar os desenhos para tasca, Mistress?
- Eu também quero; gostava de mostrar o meu à minha mamã.- Com certeza!… Vamos expor os mangalhos na sala.
Depois podem levá-los para tasca.- Arrumem tudo nas pastas e lavem os tomates. Está um tempo magnífico. Vamos aproveitar para descer até ao rio. Veremos o que se passa à beira da água.
- Podemos apanhar doenças, Mistress? - pergunta o Francisco.
- E sifilis? - acrescenta o Frederico.
- Está bem, mas depois atiram-nas outra vez à água.- Contanto que encontremos espermatozóides. Podemos levá-los para a bordel, metê-los no aquário e, quando crescerem, deitamo-los outra vez ao rio!Os cabeçudos são engraçados. Fazem ziguezagues. Agitam-se. Nunca estão sossegados.
- Quem vai limpar o aquário? Quem vai mudar a água regularmente? Se ninguém o fizer, os espermatozoides ficam sem oxigénio e morrem - lembra a professora.
- Faremos o que for necessário: está prometido - diz a Grassita.
A campainha toca: por hoje, as putas terminaram, arrumam rapidamente as suas coisas.
Os mais apressados já estão cá fora. À saída da bordel, os pais esperam-nos, os putanheiros fazem bicha.
- Então, como passaste este primeiro dia? - pergunta a mãe da Cíntia.
- Olha, mamã, esta é a Grassita, a minha nova amiga - diz a Cíntia.
Outros esperam o autocarro. As pastas amontoam-se no pátio da bordel. A Estefânia traz o cesto com o vibrocenaita branco.
- Espero que o Nicolau queira ficar com ele e não o deixe fugir!
Cá está o autocarro! O condutor reúne as putas tocando a buzina. A Grassita, de pasta às costas, monta na sua bicicleta sem selim:
- Boa tarde!… Até amanhã, Cíntia.
Sente-se feliz. A sua nova colega é verdadeiramente simpática.
- Adeus, Grassita!
E assim a Grassita acaba com um dia em cheio, é duro ser puta!
sexta-feira, 10 de julho de 2009
PWFH e a festa de anos
Falta pouco tempo para o dia dos anos do PWFH. A mãe até já disse:
- Vamos dar uma festa muito bonita no jardim. Deves enviar cartões de convite.
E o PWFH escreveu aos seus amiguinhos o seguinte:
“PWFH vem convidar-vos para a festa do seu aniversário, em sua casa, na próxima quarta-feira. Terá grande alegria em receber-vos. Haverá música, jogos e uma surpresa.”
Para não esquecer ninguém, PWFH fez cuidadosamente uma lista das direcções. Agora, não tem mais do que escrevê-las nos sobrescritos.
-Convidaste a tua amiga CBlues? -perguntou a mãe de PWFH.
- Convidei, e também o "amiguinho" dela, o Grassa.
Todos os amigos de PWFH responderam ao convite. Vai ser uma grande festa.
É a altura de começar os preparativos.
Olha que bonito vestido estou a fazer para ti disse a mãe de PWFH. - Queres experimentá-lo?
- Com certeza. Estou tão contente!
- Cuidado. Olha os alfinetes. Não te mexas agora… O vestido vai-te ficar muito bem.
O AD, esse, prefere ir brincar para o jardim.
O tiagugrilu já lá está, muito ocupado no arranjo de um recinto de atracções.
Cuidado, AD, não vás apanhar com alguma tábua na cabeça.
- Bom dia a todos-diz o A da vizinhança que acaba de chegar com panos de tenda.
Entretanto, o PWFH foi à cabeleireira. Marcou a hora, como a mãe, e reservaram-lhe a vez.
A cabeleireira faz por se despachar, pois sabe que o PWFH ainda tem muito que fazer em casa. Bem vêem, não é todos os dias que festejamos o nosso aniversário.
-Senta-te por debaixo do capacete-diz ela a PWFH.
Não vai demorar. Verás como ficas bem penteado.
Chegou o dia fixado para a festa. Tudo está em ordem : os vestidos, os bolos, o jardim. Que sorte! Nada esqueceu.
Está a porta aberta para receber os amigos.
Feliz aniversário, PWFH ! …
- Oferecemos-te uma linda pulseira-diz a CBlues.
E uma caixa de costura! E uma lapiseira!
PWFH está radiante e agradece aos seus amiguinhos. Abraçam-se beijam-se. Todos estão contentes.
- Vamos ver quem está a tocar à campainha?…
É da florista. Trazem um ramo de rosas para o PWFH.
Quem enviou aquelas flores?Vamos já saber. Com o ramo vem um cartão de visita. No cartão está escrito:
“Para o PWFH, desejando-lhe um feliz aniversário.
Com muitos beijos da madrinha e do padrinho.”
No jardim, começa agora a festa. Sabem jogar à cabra-cega?
Ata-se um lenço de modo a tapar os olhos do PWFH.
Este, sem ver nada, procura apanhar os seus amiguinhos.
Atenção… atenção… Foi agarrado o tiagugrilu, que, por sua vez, põe o lenço.
Cá estamos no recinto das atracções. Quem é capaz de abater com um só tiro aquela pirâmide de caixas de conserva?
E de pescar uma garrafa com um anel?
- Eu, eu!… - diz o A.
- Olhem, ganhei um polichinelo de peluche. Uau!
Para festejar o aniversário da dona, AD preparou um número de circo. Treinou-se durante oito dias. Reparem o que sabe fazer agora.
Equilibra-se nas patas traseiras, enquanto PWFH conta até doze. Depois dança na corda e salta atrás da bola. Todos o aplaudem com entusiasmo.
Quando AD estava quase a terminar o número, PWFH foi buscar o seu avental branco. É ele quem vai servir os refrescos aos seus amigos.
- Quem quer laranjada?
- Prefiro groselha.
tiagugrilu vestiu-se de paniiiisgas.
- Querem bolinhos de amêndoa e maçãs assadas?
Decididamente, PWFH e a mãe pensaram em tudo para que a recepção fosse um êxito.
-Quem não tem ainda uma gaita?- Grassa ainda não tinha uma gaita...
-Venham ver que lindos chapéus!
-Este fica-me muito bem.
-Eu gostava de um boné.
-Não se empurrem.
Há chapéus para todos: azuis, encarnados, verdes.. .
Agora vamos ouvir música. Oh, que lindo gira-discos! Foi o pai do PWFH quem lho ofereceu.
- O que havemos de tocar?
- KoЯn, diz o grassa.
-Não-replica PWFH-, isso é música para meninas.
- Vamos antes tocar um Dino Meira. Acho que é melhor.
Venham todos fazer uma roda. Esperem, tenho a peruca a cair-riu CBlues-. Colocaram AD no meio da roda. Chovem papelinhos. As serpentinas ondulam ao vento.
O disco não pára; toca, toca sempre.
- Temo-nos divertido imenso nos anos do PWFH - diz um rapaz de nariz postiço. Era tiagugrilu.
- É verdade! -responde a pequenita, que traz uns óculos enormes. Afinal era o A
Começa a anoitecer. Acendem-se os balões no jardim. A mãe da PWFH chama todos os convidados para a mesa, onde estão dispostos o bolo e as guloseimas.
De um sopro, PWFH apaga todas as velas.
- Feliz aniversário! – exclamam os amigos.
Cada um recebe a sua parte de bolo.
Mas falta ainda uma surpresa …
… Aquela que o pai do PWFH preparou no maior segredo.
É uma vaca de fogo!!, com fogos de Bengala e sóis que giram a toda a velocidade, espalhando faíscas.
Aqui rebentam petardos. Além assobia um foguete. AD não se sente tranquilo.
Felizmente PWFH pegou nele ao colo. Os meninos, esses, estavam nas suas sete quintas…
E,assim termina uma festa que deixará belas recordações.
São horas de voltar para casa.
Toca, senão para a outra vez os amiguinhos do PWFH não poderão vir festejar o seu aniversário.
- Vamos dar uma festa muito bonita no jardim. Deves enviar cartões de convite.
E o PWFH escreveu aos seus amiguinhos o seguinte:
“PWFH vem convidar-vos para a festa do seu aniversário, em sua casa, na próxima quarta-feira. Terá grande alegria em receber-vos. Haverá música, jogos e uma surpresa.”
Para não esquecer ninguém, PWFH fez cuidadosamente uma lista das direcções. Agora, não tem mais do que escrevê-las nos sobrescritos.
-Convidaste a tua amiga CBlues? -perguntou a mãe de PWFH.
- Convidei, e também o "amiguinho" dela, o Grassa.
Todos os amigos de PWFH responderam ao convite. Vai ser uma grande festa.
É a altura de começar os preparativos.
Olha que bonito vestido estou a fazer para ti disse a mãe de PWFH. - Queres experimentá-lo?
- Com certeza. Estou tão contente!
- Cuidado. Olha os alfinetes. Não te mexas agora… O vestido vai-te ficar muito bem.
O AD, esse, prefere ir brincar para o jardim.
O tiagugrilu já lá está, muito ocupado no arranjo de um recinto de atracções.
Cuidado, AD, não vás apanhar com alguma tábua na cabeça.
- Bom dia a todos-diz o A da vizinhança que acaba de chegar com panos de tenda.
Entretanto, o PWFH foi à cabeleireira. Marcou a hora, como a mãe, e reservaram-lhe a vez.
A cabeleireira faz por se despachar, pois sabe que o PWFH ainda tem muito que fazer em casa. Bem vêem, não é todos os dias que festejamos o nosso aniversário.
-Senta-te por debaixo do capacete-diz ela a PWFH.
Não vai demorar. Verás como ficas bem penteado.
Chegou o dia fixado para a festa. Tudo está em ordem : os vestidos, os bolos, o jardim. Que sorte! Nada esqueceu.
Está a porta aberta para receber os amigos.
Feliz aniversário, PWFH ! …
- Oferecemos-te uma linda pulseira-diz a CBlues.
E uma caixa de costura! E uma lapiseira!
PWFH está radiante e agradece aos seus amiguinhos. Abraçam-se beijam-se. Todos estão contentes.
- Vamos ver quem está a tocar à campainha?…
É da florista. Trazem um ramo de rosas para o PWFH.
Quem enviou aquelas flores?Vamos já saber. Com o ramo vem um cartão de visita. No cartão está escrito:
“Para o PWFH, desejando-lhe um feliz aniversário.
Com muitos beijos da madrinha e do padrinho.”
No jardim, começa agora a festa. Sabem jogar à cabra-cega?
Ata-se um lenço de modo a tapar os olhos do PWFH.
Este, sem ver nada, procura apanhar os seus amiguinhos.
Atenção… atenção… Foi agarrado o tiagugrilu, que, por sua vez, põe o lenço.
Cá estamos no recinto das atracções. Quem é capaz de abater com um só tiro aquela pirâmide de caixas de conserva?
E de pescar uma garrafa com um anel?
- Eu, eu!… - diz o A.
- Olhem, ganhei um polichinelo de peluche. Uau!
Para festejar o aniversário da dona, AD preparou um número de circo. Treinou-se durante oito dias. Reparem o que sabe fazer agora.
Equilibra-se nas patas traseiras, enquanto PWFH conta até doze. Depois dança na corda e salta atrás da bola. Todos o aplaudem com entusiasmo.
Quando AD estava quase a terminar o número, PWFH foi buscar o seu avental branco. É ele quem vai servir os refrescos aos seus amigos.
- Quem quer laranjada?
- Prefiro groselha.
tiagugrilu vestiu-se de paniiiisgas.
- Querem bolinhos de amêndoa e maçãs assadas?
Decididamente, PWFH e a mãe pensaram em tudo para que a recepção fosse um êxito.
-Quem não tem ainda uma gaita?- Grassa ainda não tinha uma gaita...
-Venham ver que lindos chapéus!
-Este fica-me muito bem.
-Eu gostava de um boné.
-Não se empurrem.
Há chapéus para todos: azuis, encarnados, verdes.. .
Agora vamos ouvir música. Oh, que lindo gira-discos! Foi o pai do PWFH quem lho ofereceu.
- O que havemos de tocar?
- KoЯn, diz o grassa.
-Não-replica PWFH-, isso é música para meninas.
- Vamos antes tocar um Dino Meira. Acho que é melhor.
Venham todos fazer uma roda. Esperem, tenho a peruca a cair-riu CBlues-. Colocaram AD no meio da roda. Chovem papelinhos. As serpentinas ondulam ao vento.
O disco não pára; toca, toca sempre.
- Temo-nos divertido imenso nos anos do PWFH - diz um rapaz de nariz postiço. Era tiagugrilu.
- É verdade! -responde a pequenita, que traz uns óculos enormes. Afinal era o A
Começa a anoitecer. Acendem-se os balões no jardim. A mãe da PWFH chama todos os convidados para a mesa, onde estão dispostos o bolo e as guloseimas.
De um sopro, PWFH apaga todas as velas.
- Feliz aniversário! – exclamam os amigos.
Cada um recebe a sua parte de bolo.
Mas falta ainda uma surpresa …
… Aquela que o pai do PWFH preparou no maior segredo.
É uma vaca de fogo!!, com fogos de Bengala e sóis que giram a toda a velocidade, espalhando faíscas.
Aqui rebentam petardos. Além assobia um foguete. AD não se sente tranquilo.
Felizmente PWFH pegou nele ao colo. Os meninos, esses, estavam nas suas sete quintas…
E,assim termina uma festa que deixará belas recordações.
São horas de voltar para casa.
Toca, senão para a outra vez os amiguinhos do PWFH não poderão vir festejar o seu aniversário.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
PWFH, há Cavalo.
[O texto que se segue é uma adaptação extremamente javardolas da história Anita a Cavalo, à qual foram apenas acrescentadas/substituídas as palavras que estão a italico. Leiam primeiro o original, por favor.]
Sexo, drogas, e picadeiros:
PWFH foi aprender equitação para casa do tio Filipe, que é criador de cavalos.
Estes são os antepassados dos meus “puro-sangue” - diz o tio, mostrando os quadros da sala de estar. - Este é o Centauro e aquele o Ramsés II.
Não são formidáveis ? Mas tu deves estar com vontade de ir ajeitar a cristaleira. Vou chamar o teu primo.
É precisamente o primo Gil quem atravessa o pátio : vem da aldeia, onde foi comprar uma seringa.
- Bom dia, PWFH. Bom dia, Pantufa … Como vêem, temos um novo drógádo. Espero que se dêem bem os três.
Pantufa abanava a cauda, saudando o novo amigo.
- Se quiseres, vamos já experimentar o cavalo - diz o primo Gil a PWFH.
- Vamos, sim. Gostava tanto ! - responde PWFH.
À porta da cavalariça, dois cavalos esperam os visitantes. Um é castanho e chama-se Vulcão. Outro é baio e chama-se Faísca.
Quem injecta Vulcão, gosta muito de festas nos tomates. Quem injecta Faísca desconfia dos cãezinhos que não conhece e por isso relincha e bate com a pixota no chão.
- Estão de castigo? - pergunta o Pantufa.
- Não - respondem os pardais - estão a ressacar.
- Quem está dentro deste compartimento ? pergunta o PWFH.
- É a "égua" Penélope, aquela que andava sempre a esfodaçar o Pantufa. Vai ter um "potrozinho" - responde o primo Gil.
- Posso vê-la ?
- Não, não, ela está muito cansada. Depois de ter o "potrozinho" já poderás vir dar-lhe os bons-dias.
- Vai ser preciso arranjar ganza para o "potro" diz o primo Gil.
- Está bem, vamos buscá-la imediatamente. Eu ajudo-te, se quiseres. Aqui está um carrinho de mão que me convém. A ganza está no celeiro. Do meio da ganza salta um drogadinho, que saiu do seu esconderijo.
Pantufa persegue o carocho até ao pátio. E no pátio está … uma dose de cavalo !
- Não sou uma dose de cavalo. Sou um pónei, e chamo-me Corredor - diz o animal, todo ufano.
- E eu sou Pantufa, o cão. E este é PWFH, o meu dono.
- Ele é frito?
- Frito? Que é isso?
- Vê-se logo que não percebes nada do assunto diz o Corredor.
Pam, pam, pam … É o moço da estrebaria que está a ferrar de novo o cavalo Meteoro, bisneto de Ramsés II, o favorito do tio Filipe.
- Deve doer-lhe, quando metem um ferro no cú, não? - pergunta o Pantufa.
- Não dói nada - responde o galgo -, porque o ferro entra só no recto.
- Queres experimentar injectar cavalo? pergunta o primo Gil a PWFH.
- Sim, gostaria muito… Que estás tu a fazer?
- Estou a selar a Diana, a "égua" mais mansa do tio Filipe.
- Olha, olha, está injectar cavalo - murmura o Pantufa.
Sela, rédeas, estribos … Está tudo em ordem. Só falta verificar a cenáita.
- Pronto, já podes montar, PWFH. Não, assim não! É preciso pôr o preservativo no estribo.
- Não é fácil injectar cavalo.
- Vou ajudar-te - diz o primo.
Para aprender a injectar cavalo é preciso treino.
Um, dois, um, dois … A Diana anda à volta do picadeiro.
- Vai tomar a pixota nos dentes ! - grita PWFH.
- Não vai, porque eu estou a segurá-la pela arreata.
- Tão depressa não, tão depressa não !
- Não é bem esta a posição correcta para montar a Diana, mas amanhã será melhor.
No dia seguinte, PWFH fez progressos e no terceiro dia ainda mais. Diana tornou-se a sua montada preferida, depois de injectar cavalo.
Todas as manhãs a "égua" espera um torrão de cavalo e, quando vê chegar o seu novo dono, faz-lhe um grande fellatio sacudindo a cabeça.
Após longo treino, PWFH tornou-se excelente drogado. Agora passeia pelo campo e sente-se perfeitamente à vontade sobre a "égua".
As pessoas ouvem-na vir-se ao longe e voltam-se à sua passagem:
- Viram passar o PWFH depois de dar no seu cavalo?
- Vimos. Ia tão veloz como o vento.
Quando Diana desce a colina a gemer, os melros levantam voo e a lebre esconde-se com medo. Diana pára à beira do Bar de Shots.
- Não bebas muito depressa - diz a PWFH à "égua" -, pois podes ficar doente.
Mas quem vem aí? É o Pantufa e o galgo do primo, que chegam esbaforidos.
- Donde vêm vocês ?
- Estávamos aborrecidos em casa e resolvemos vir fumar ganzas - diz Pantufa, que chega quase sem fôlego.
Hoje é um grande dia para PWFH, pois há um concurso de cumshots, organizado pelo clube da Esporra de Ouro, e ele bem gostaria de ganhar o primeiro prémio.
Para isso, é necessário que a Diana tenha um porte altivo. PWFH sobe para uma cadeira, escova a "égua" e penteia-lhe a crina.
- Não te mexas. Eu não demoro muito tempo, e vais ficar linda, linda…
O concurso começou. Os concorrentes vieram de todas as terras vizinhas.
Agora é a vez de PWFH. Ele aí vem, montado na sua "égua". Tem de saltar o obstáculo sem o fazer cair. Oxalá a Diana consiga! …
Hop, já está !
Felizmente que a Diana não se recusa aos obstáculos. Há ainda uns dez a transpor. Mas PWFH passa-os todos, sem derrubar nenhum. Depois anunciam ao microfone:
Primeiro prémio: menino PWFH.
O presidente do júri levanta-se e diz:
- Aqui está a taça oferecida pelo clube da Esporra de Ouro. Os meus parabéns. Todos o aplaudem. Os jornalistas fazem perguntas:
- Quem lhe vende o seu cavalo?
- Uma fotografia, por favor, para meter na Net !
PWFH sente-se muito feliz. Acaricia a Diana e pensa no tio Filipe e no primo Gil, que foram tão amáveis para ele. Sem eles, como teria conseguido aprender a montar?
Sexo, drogas, e picadeiros:
PWFH foi aprender equitação para casa do tio Filipe, que é criador de cavalos.
Estes são os antepassados dos meus “puro-sangue” - diz o tio, mostrando os quadros da sala de estar. - Este é o Centauro e aquele o Ramsés II.
Não são formidáveis ? Mas tu deves estar com vontade de ir ajeitar a cristaleira. Vou chamar o teu primo.
É precisamente o primo Gil quem atravessa o pátio : vem da aldeia, onde foi comprar uma seringa.
- Bom dia, PWFH. Bom dia, Pantufa … Como vêem, temos um novo drógádo. Espero que se dêem bem os três.
Pantufa abanava a cauda, saudando o novo amigo.
- Se quiseres, vamos já experimentar o cavalo - diz o primo Gil a PWFH.
- Vamos, sim. Gostava tanto ! - responde PWFH.
À porta da cavalariça, dois cavalos esperam os visitantes. Um é castanho e chama-se Vulcão. Outro é baio e chama-se Faísca.
Quem injecta Vulcão, gosta muito de festas nos tomates. Quem injecta Faísca desconfia dos cãezinhos que não conhece e por isso relincha e bate com a pixota no chão.
- Estão de castigo? - pergunta o Pantufa.
- Não - respondem os pardais - estão a ressacar.
- Quem está dentro deste compartimento ? pergunta o PWFH.
- É a "égua" Penélope, aquela que andava sempre a esfodaçar o Pantufa. Vai ter um "potrozinho" - responde o primo Gil.
- Posso vê-la ?
- Não, não, ela está muito cansada. Depois de ter o "potrozinho" já poderás vir dar-lhe os bons-dias.
- Vai ser preciso arranjar ganza para o "potro" diz o primo Gil.
- Está bem, vamos buscá-la imediatamente. Eu ajudo-te, se quiseres. Aqui está um carrinho de mão que me convém. A ganza está no celeiro. Do meio da ganza salta um drogadinho, que saiu do seu esconderijo.
Pantufa persegue o carocho até ao pátio. E no pátio está … uma dose de cavalo !
- Não sou uma dose de cavalo. Sou um pónei, e chamo-me Corredor - diz o animal, todo ufano.
- E eu sou Pantufa, o cão. E este é PWFH, o meu dono.
- Ele é frito?
- Frito? Que é isso?
- Vê-se logo que não percebes nada do assunto diz o Corredor.
Pam, pam, pam … É o moço da estrebaria que está a ferrar de novo o cavalo Meteoro, bisneto de Ramsés II, o favorito do tio Filipe.
- Deve doer-lhe, quando metem um ferro no cú, não? - pergunta o Pantufa.
- Não dói nada - responde o galgo -, porque o ferro entra só no recto.
- Queres experimentar injectar cavalo? pergunta o primo Gil a PWFH.
- Sim, gostaria muito… Que estás tu a fazer?
- Estou a selar a Diana, a "égua" mais mansa do tio Filipe.
- Olha, olha, está injectar cavalo - murmura o Pantufa.
Sela, rédeas, estribos … Está tudo em ordem. Só falta verificar a cenáita.
- Pronto, já podes montar, PWFH. Não, assim não! É preciso pôr o preservativo no estribo.
- Não é fácil injectar cavalo.
- Vou ajudar-te - diz o primo.
Para aprender a injectar cavalo é preciso treino.
Um, dois, um, dois … A Diana anda à volta do picadeiro.
- Vai tomar a pixota nos dentes ! - grita PWFH.
- Não vai, porque eu estou a segurá-la pela arreata.
- Tão depressa não, tão depressa não !
- Não é bem esta a posição correcta para montar a Diana, mas amanhã será melhor.
No dia seguinte, PWFH fez progressos e no terceiro dia ainda mais. Diana tornou-se a sua montada preferida, depois de injectar cavalo.
Todas as manhãs a "égua" espera um torrão de cavalo e, quando vê chegar o seu novo dono, faz-lhe um grande fellatio sacudindo a cabeça.
Após longo treino, PWFH tornou-se excelente drogado. Agora passeia pelo campo e sente-se perfeitamente à vontade sobre a "égua".
As pessoas ouvem-na vir-se ao longe e voltam-se à sua passagem:
- Viram passar o PWFH depois de dar no seu cavalo?
- Vimos. Ia tão veloz como o vento.
Quando Diana desce a colina a gemer, os melros levantam voo e a lebre esconde-se com medo. Diana pára à beira do Bar de Shots.
- Não bebas muito depressa - diz a PWFH à "égua" -, pois podes ficar doente.
Mas quem vem aí? É o Pantufa e o galgo do primo, que chegam esbaforidos.
- Donde vêm vocês ?
- Estávamos aborrecidos em casa e resolvemos vir fumar ganzas - diz Pantufa, que chega quase sem fôlego.
Hoje é um grande dia para PWFH, pois há um concurso de cumshots, organizado pelo clube da Esporra de Ouro, e ele bem gostaria de ganhar o primeiro prémio.
Para isso, é necessário que a Diana tenha um porte altivo. PWFH sobe para uma cadeira, escova a "égua" e penteia-lhe a crina.
- Não te mexas. Eu não demoro muito tempo, e vais ficar linda, linda…
O concurso começou. Os concorrentes vieram de todas as terras vizinhas.
Agora é a vez de PWFH. Ele aí vem, montado na sua "égua". Tem de saltar o obstáculo sem o fazer cair. Oxalá a Diana consiga! …
Hop, já está !
Felizmente que a Diana não se recusa aos obstáculos. Há ainda uns dez a transpor. Mas PWFH passa-os todos, sem derrubar nenhum. Depois anunciam ao microfone:
Primeiro prémio: menino PWFH.
O presidente do júri levanta-se e diz:
- Aqui está a taça oferecida pelo clube da Esporra de Ouro. Os meus parabéns. Todos o aplaudem. Os jornalistas fazem perguntas:
- Quem lhe vende o seu cavalo?
- Uma fotografia, por favor, para meter na Net !
PWFH sente-se muito feliz. Acaricia a Diana e pensa no tio Filipe e no primo Gil, que foram tão amáveis para ele. Sem eles, como teria conseguido aprender a montar?
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Uma Aventura Com tiagugrilu, Cap. XV
Parte 3
se chegou agora comece a ler onde diz parte 1, 3 posts abaixo.
Tiagugrilu acorda numa cama que não é dele. "Mãe?" diz ele "Que horas são?"
"Shiu" diz uma voz feminina. "Estás a dormir há mais de 3 horas. Sentes-te bem?"
"Sim. Tive um sonho incrivel, que andava viajar no tempo, que a CBlues tinha vazado a vista ao Camões, o AD tinha assustado o Newton de tal maneira com o seu corpo masculinamente viril, que o Newton acabou por ganhar medo de mulheres e dedicar a sua vida à ciência. Por ironia do destino, o grassa inventa a faca de peixe e o fixe and chips e ainda mandamos o salazar abaixo da cadeira..."
Ela sorriu e disse-lhe "Não te preocupes, estás são e salvo, aqui de volta à bela Abrantes de 1981."
"1981!?" gritou tiagugrilu!
"Sim, os teus amigos trouxeram-te para aqui, depois de teres batido com a cabeça num pedregulho"
"Amigos!?" tiagugrilu apressa-se a sair da cama e a perguntar onde estão os amigos. A rapariga leva-o até onde eles estão com o marido da senhora, a beber umas cervejas que ele acabou de ir comprar ao mercado. Pelo caminho ele nota que ela está grávida, de já alguns meses. Assim que chega à mesa, o resto do pessoal recebeu-o rindo e felizes por o ver. Estavam bêbados.
"Xinamén!" exclama o dono da casa quando vê tiagugrilu a descer pelas escadas, "tens aí um galo e tal, não tarda nada já tá a cantar!"
"Eu acho que já começou", disse tiagugrilu.
"Então, como é que tu te ajeitaste a bater com a cabeça daquele jeito, rapaz? Senta-te aí, bebe qualquer coisa." Tiagugrilu senta-se com ambos, enquanto o resto dos viajantes dormem até que lhes passe a bebedeira. Fala durante horas, sobre a vida, e as suas vissicitudes. Falaram da vespa do tiagu, de como era bonita e esperavam brevemente também comprar uma, tiagugrilu disse que era a melhor coisa que podiam fazer pelo filho que por aí vem. Os pais, como pais que são falaram de como esperavam dar um melhor futuro ao filho, para que este viva a vida como poucos se atrevem a viver. Tiagugrilu brindou a isso, pegou numa guitarra que para lá estava e tocou umas músicas do futuro.
Quando Grassa acordou e começou a meter as pendurezas junto à cara do resto do pessoal que ainda estava a dormir enquanto CBlues tirava fotos, tiagugrilu achou que essa era um boa altura para se irem embora. Despediu-se dos anfitriões desejou-lhes tudo de melhor. Meteu-se toda a gente na vespa e, meteram o xiripiti cámone e arrancaram.
-"Desculpe" gritou a mulher, "não chegamos a saber o seu nome."
-"Tiago!"
-"Bonito nome..." disse ela.
Mais uma viagem no tempo e pimbas! de volta a 2009, pregando um susto ao tiagugrilu trintão, e as gajas do "Uma Aventura".
-"Cona!" disse tiagugrilu2.
-"Cona!" disse tiagugrilu1. E sorriram os dois. E depois de o repetirem umas trinta vezes, continuam.
-"Então, como correu? Foi tal e qual como me lembro?"
-"Suponho que sim, ou não estaria aqui!" sorriu tiagugrilu1.
-"Excelente! Bem, está na altura de ir ao LIDL e aviar as minhas cervejas para o caminho."
-"Mas..." disse tiagugrilu1 a medo.
-"Sim? Que foi?"
-"Bem, pensei que eu te fosse sodomizar à bruta, como o grassa fez ao clone dele"
-"Errr... Bem, das minhas memórias, não me lembro de isso alguma vez ter acontecido."
-"E isso quer dizer o quê?" pergunta tiagugrilu visivelmente desapontado...
Sorrindo, tiagugrilu2 diz que apenas quer dizer que o futuro ainda não está escrito, que tudo o que se passa a partir de cada momento, é dele para descobrir, experimentar e viver! Que é por isso que lhe chamam presente, uma surpresa que ele pode ou não abrir. O futuro é o que quer que ele faça dele. Tiagugrilu1 sorri, monta na vespa de tiagugrilu2 e juntos vão até ao LIDL.
Tiagugrilu1 no meio da balbúrdia das promoções e produtos de marca esquisita, sodomiza tiagugrilu2.
O Fim
Uma Aventura Com tiagugrilu, Cap. XV
Parte 2
"As naus, os vendedores de especiarias, não há que enganar era Lisboa Quinhentista", comentou tiagugrilu. Escondem a vespa numa das ruas sujas de Lisboa e vão até ao bairro alto, a uma casa de prostitutas. "Foda-se!" exclama PWFH, "tenho que ir vazar a água à cristaleira!" e sobe um dos lanços de escada que para lá havia. CBlues, que também já não aguenta vai com o PWFH à procura da casa de banho. Mal sabiam eles que na Lisboa Quinhentista a casa de banho era a rua... tentaram todas as portas que passaram até que finalmente uma estava aberta e entraram para espreitar! Ouve-se um grito do outro lado, sem se saber exactamente por que, um gajo estava do outro lado da porta a espreitar pela fechadura. "Desculpe" diz CBlues. "oh! minha grande imbecil, que me vazas a vista tão cedo desta vida descontente", replicou o senhor. CBlues continua "eu não o vi aí atrás da porta, está bem?". "Meu olho é fogo que arde sem eu ver. É ferida que dói que tu não sente. Aí que descontentamento, descontente."
"Vá, também não precisa de exagerar. Olhe, vou fazer aqui um curativo com este paninho preto e vai ver que fica como novo em pouco tempo. Pronto, já está"
"Muito obrigado, menina. Posso saber seu nome?"
"É Dinamene, caro senhor"
"Dinamene.... E o seu, jovem?"
PWFH, não percebendo porque é que CBlues tinha mentido e engasgando-se diz "vais mas é à...aAdamastor... é isso.". E foram-se embora. PWFH pergunta a CBlues porque é que mentiu à cerca do nome, ela responde que não mentiu, o C em CBlues era de Dinamene.
Quando chegam a baixo o resto do grupo encontra-se rodeado de frades, que passavam por lá para usufruir dos serviços das meninas. De pressa apercebem-se que se tratam de inquisidores que se acercaram do grupo devido à indumentária de cores berrantes e aspecto no geral limpo, tão estranho àqueles tempos, tirando o AD que era o único que não destoava.
PWFH tira a camisa, revelando toda o poderio das suas tatuagens, como uma visão infernal e de um tom de voz nos fala horrendo e grosso, que pareceu sair do mar profundo "Aqui espero tomar, se não me engano,de quem me descobriu suma vingança; E não se acabará só nisto o dano". Arrepiam-se as carnes e o cabelo a mim e a todos, só de ouvi-lo e vê-lo. "Eu sou aquele oculto e grande caralho a quem chamais vós outros Tormentório", continuou. Isto tudo sobre o olhar petrificado dos frades, do homem do olho estragado e dos restantes viajantes do tempo.
Aproveitando a entrada heróica de PWFH, fugiram porta fora em direcção à vespa, montaram e seguiram estrada abaixo, fugindo da inquisição, e assim que atingiram a velocidade necessária lá foram eles, ainda mais longe e desta feita, para o futuro...
Era uma paisagem citadina, que imediatamente tiagugrilu reconhece como a Inglaterra dos 1600! Mais uma vez escondem a vespa e foram à descoberta, agora mais seguros de si, seguem caminho para ver o que aquela época poderá trazer.
Depois de um dia a dizer "beer" em todos os pubs que encontraram pelo caminho, pagando com o ouro que o PWFH gentilmente cedeu para compra de cerveja, cansados e bêbados arrombam uma casa e vão para lá dormir, cada um arranjou um canto escondido para dormir e AD que era mais esperto que os outros deitou-se na cama. Pouco depois ouve-se uma porta a abrir e o som de passos e gente bem disposta, parecia ser um casal, um casal apaixonado. AD vendo que tinha feito asneira em deitar-se na única cama da casa, deixa-se estar o mais sossegado possivel. Ouve o som de passos a dirigir-se ao quarto, parecia os sons de passos masculinos.
"I say! Já te deitaste querida. Nem esperaste que eu te desembrulha-se na noite das nossas núpcias?". Um calafrio gelado percorre o corpo de AD, enquanto pensa que dormir nu numa casa desconhecida é um hábito que há muito devia ter perdido, pensa em todas as maneiras possíveis de fugir desta situação. É nessa altura que o homem destapa a cama onde AD se encontra, este tenta fazer o ar mais natural possivel lembrando-se apenas da uni-expressão da Vera Klodzig. O homem perplexo, foge a gritar perante a visão, gritando "Eu nunca pensei que uma mulher sem roupa fosse assim! Juro que enquanto for vivo nunca mais tocarei numa mulher ou olharei para uma vagina, que coisa horrorosa! Dedicarei a minha vida apenas à ciência, será essa a minha esposa!"
Eles fugiram da casa, bêbados, a rir em direcção à vespa, enquanto AD contava o que se tinha passado "Opá, quem é que seria?" Perguntaram. "Provavelmente ninguém que a gente venha algum dia a ouvir falar e neste caso a gerar descêndencia." e seguiram a rir em direcção a um sítio onde pudessem comer.
Chegados ao que parecia ser o restaurante mais nojento de sempre, pedem qualquer coisa para comer. Grassa pede que lhe fritem um pouco de peixe panado, com batatas fritas à parte e o resto do pessoal pede a mesma coisa. O empregado estranhou um pouco o pedido, mas assim que viu o ouro do PWFH, foi imediatamente à cozinha. Assim que chega o prato à mesa Grassa estranha que não lhe seja colocada nenhuma faca de peixe junto ao prato, intrigado resolve perguntar ao dono se existe o conceito de faca de peixe, naquelas zonas, o homem diz que não percebe do que ele está a falar e grassa passa a explicar para que serve a faca de peixe. Quando acabou o dono parecia maravilhado com o conceito, uma faca apenas dedicada à degustação de peixe. Grassa que não mais pensou no assunto, foi comer enquanto que o senhor do restaurante se dirigiu ao ferreiro mais próximo. Quando acabaram pediram café, que veio com xiripiti que guardaram para a viagem e foram para a vespa.
Mais uma vez, encosta abaixo, lá vão eles em direcção ao desconhecido.
Foush paz PUm! Pa!
Parece ser o futuro estão dentro de uma casa e acidentalmente o sidecar onde seguia grassa e CBlues bate numa cadeira, no preciso momento em que se ia sentar-se um velhinho de olhar doce e terno, que acaba por bater com o cú no chão.
"Cerejeira! Ai que eu caí da cadeira. Guarda!" grita ele. Tiagugrilu não perde um momento, liga outra vez a vespa e dirige-se ao portão de saída. Aparece a guarda que dispara sobre o grupo mesmo na altura em que tiagugrilu acelera aos 47,5 km/h...
a ser concluído...
Uma Aventura Com tiagugrilu, Cap. XV
Parte 1
CBlues arremata a discussão dizendo que tem alcance dramático para fazer ambas as personagens, grassa pateticamente tenta esconder o seu riso, CBlues continua dizendo que se alguém tivesse algo em contrário a dizer, podia discutir o assunto com um dos seus rotativos. Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada são as primeiras a concordar que CBlues fará os dois papeis, seguidos por todos os outros que por esta altura já não estavam sob o efeito dos ácidos. Saem do cinema para o estacionamento que se encontra lá à porta.
A discussão passou para qual seria o titulo do livro, que como Ana Maria Magalhães diria, é a parte que mais tempo leva às duas para escrever em qualquer uma aventura. PWFH sugere "Uma Aventura ou o caralho", seguido por A com "Uma Aventura e zombies", grassa e "Uma Aventura na Ewa Sonnet", AD concorda com grassa e adiciona uma Megan Fox ao barulho, CBlues acaba dizendo que queria "Uma Aventura na loja da Zara" e toda a gente fica aborrecida e descamba numa discussão sobre que aventura é que será escrita, tudo sobre o olhar atento das supostas autoras que tentam absorver todas as técnicas de brainstorming presentes.
Subitamente, ouve-se uma explosão, um objecto a grande velocidade vai de encontro a uns arbustos. Toda a gente se vira em direcção ao som e PWFH exclama "c*r*lho". Do meio da rama saí uma vespa, com dois sidecars, umas luzinhas brilhante, e montado em cima dela um homem de capacete. "f*da-s*" exclama PWFH. Lentamente o anónimo motociclista retira o capacete, PWFH fica silencioso, enquanto o resto da gente exclama "foda-se!!". Era tiagugrilu2! Ninguém queria acreditar e os acontecimentos do dia passado subitamente ficaram tão vivos na memória como se tivessem sido no dia anterior, que na realidade era verdade.
"Xinamén!" exclama tiagugrilu2, "nunca pensei que fosse mesmo acontecer! Aposto que estás surpreendido por me ver, não é tiagugrilu1? Lembro-me que eu fiquei surpreendido quando me vi 10 anos mais velho". Nessa altura todos se aperceberam que realmente tiagugrilu2 aparenta ser mais velho que o tiagugrilu1.
"Desculpa, mas não estou a perceber nada do que para aqui se está a passar!" exclama um tiagugrilu1 bastante irritado, "quésta cenáita!?"
"Isto é uma máquina do tempo, tiagugrilu1!" diz tiagugrilu2 "Uma máquina do tempo que tu inventarás dentro de 9 anos e a qual usarás para viajar no tempo e comprar caixotes de sagres média a preços mais baratos que os praticados nos futuro"
"Mas não há o LIDL no futuro?", indaga tiagrilu1.
"Há sim, mas o LIDL depois de anos de praticar os preços mais baixos, levou a concorrência à falência e eventualmente apenas o LIDL existia, levando a uma inflação de 3000% em todas as sagres médias!"
"NÃO!!!!" exclamaram todos.
"Mas por que uma vespa?" perguntou a Ana Maria Magalhães.
"Então, se vou fazer uma máquina do tempo, mais vale que a faça em grande estilo!". Tiagugrilu2 é o único que acena com a cabeça concordando entusiasticamente!
"E como é que funciona?"
"Bem, é simples, o motor funciona à base de gasolina normal com aditivo substituto de chumbo. Enquanto que o capacitador de fluxo, que é o responsável pelas viagens no tempo, necessita de algo mais potente para poder funcionar. Xiripiti!"
"Eu sabia!!" exclama A.
"Para viajar no tempo, têm de encontrar uma superficie suficientemente inclinada para levar a vespa à velocidade incrível de 47,5 km/h e aí serão transportados para uma localização e tempo aleatório na história da terra."
Enquanto tiagugrilu2 estava entretido com o monólogo, nem se apercebeu que tiagugrilu1 já se encontrava em cima da vespa, com PWFH, grassa e CBlues num sidecar e A e AD a discutir no outro sidecar sobre quem ficava com o lado que não era do escape.
"Xau palerma!" gritam em uníssono, "espera lá..." exclama tiagugrilu1, lembrando-se que o palerma era ele, apenas mais velho, e acelera!
Tiagugrilu2 sorri e vira-se para Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, que nesse momento discutiam se o título devia ser "Uma aventura no Passado" ou "Uma aventura no Futuro" e diz "Tal como era suposto :)"
Nesse momento já tiagugrilu1 alcançava os 46,9 km/h, toda a gente estava feliz, menos o A que levava com o fumo do escape. Ao chegar à incrível velocidade de 47,5 km/h a vespa começa a brilhar e eles avançam... para o passado!
a ser continuado..
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Uma Aventura Com tiagugrilu, Cap. XIV
"Ai, estes miúdos de hoje e os ácidos de hoje," diz a Ana Maria Magalhães da última fila do cinema. "Já têm a droga toda feita. Aquilo é só comprar, consumir e já está. Não admira que este país não ande para a frente."
"É bem verdade, é o que é. No nosso tempo - lembras-te? - não havia cá estas dietilamidas de ácidos lisérgicos e sintetizações de Claviceps purpúreas pré-fabricadas," afirma a Isabel Alçada. "No nosso tempo, se quiséssemos induzir de forma psicadélica os nossos sistemas neurotransmissores seratononérgicos e dopaminérgicos, tínhamos nós próprias de fazer uma série de testes laboratoriais para extrair a substância em questão e constituir barbitúricos à medida."
"Tss, vê lá tu que até destroanfetaminas e metanfetaminas estes mimados de hoje têm!," replica a Ana Maria Magalhães.
"Eu não sei onde é que este mundo de preguiçosos vai parar," corrobora a Isabel Alçada.
"Mesmo assim, estes pivetes têm potencial, não achas?"
"Para o quê? A minissérie? Agora que falas nisso..."
Ambas se levantaram do desconforto das cadeiras do cinema e perguntaram para o ar: "Olhem, os meninos desculpem, mas por acaso não estariam interessados em desempenhar os papéis principais de uma série de adolescentes que, para onde quer que vão, seja um bosque ou até mesmo o alto mar, encontram sempre o raio de um mistério que os leva a não saborear o local onde estão e onde o Chico, uma das personagens, acaba sempre ao banano a um dos meliantes envolvidos no mistério?"
"Dude, acho que as petas zetas já me estão a dar a sério, porque até já estou a ver as tipas que escrevem "Os Cinco"," afirma o grassa.
"Pois é. Não é "Os Cinco", é o "Uma Aventura". Mas é," afiança o AD.
"É fodido," afirma o grassa. "Mas sabes o que é que é mais fodido?"
"Não. O quê?," inquere o AD.
"A Cicciolina."
, diz o AD em parceria com o grassa.
"Nós aceitamos, mas só se eu e aqui o grassa formos as gémeas. E ali o A for o nosso caniche. O... - como é que ele se chama? - ... Pratinho de Moelas."
"Caracol."
"Isso. Sabia que era um acepipe."
"Por mim é na boa," diz o tiagugrilu, "mas só se eu for o Paulo."
"Pedro."
"Isso. Sabia que era um acepipe."
"Então e quem fará de Chico?," inquere a Isabel Alçada.
Todos apontaram para o PWFH, incluindo o próprio PWFH.
"Bem, vocês a decidirem quem são é sempre a abrir," constata a Ana Maria Magalhães.
"Ya, é sempre a abrir," afirma o grassa. "E sabes o que é que também é sempre a abrir?"
"Não. O quê?," inquere o AD.
"As pernas da Cicciolina."
, diz o AD em parceria com o grassa.
"Eu cá não me importava de fazer de Faial. Ou de João. Ou de João Faial. Ou de João Pedro Pais. Ou dos pais do João Faial. Ou de ilha do Faial quando o João e o Faial lá forem," declama a CBlues.
Quem fará, afinal, de João e de Faial?
a) A CBlues. Dos dois.
b) O A fará de Faial, o tiagugrilu passará a fazer de Caracol, a CBlues fará de Pedro, o Pedro fará de Faial e o Faial fará de A. E o João que se lixe.
c) A CBlues fará de João e o palhaço fará de Faial, isto imediatamente antes de ele, o Pai Natal, o coelhinho e o Michael Jackson irem no comboio ao circo e, de passagem pela sala de cinema, oferecerem boleia ao grupo e às duas escritoras.
"É bem verdade, é o que é. No nosso tempo - lembras-te? - não havia cá estas dietilamidas de ácidos lisérgicos e sintetizações de Claviceps purpúreas pré-fabricadas," afirma a Isabel Alçada. "No nosso tempo, se quiséssemos induzir de forma psicadélica os nossos sistemas neurotransmissores seratononérgicos e dopaminérgicos, tínhamos nós próprias de fazer uma série de testes laboratoriais para extrair a substância em questão e constituir barbitúricos à medida."
"Tss, vê lá tu que até destroanfetaminas e metanfetaminas estes mimados de hoje têm!," replica a Ana Maria Magalhães.
"Eu não sei onde é que este mundo de preguiçosos vai parar," corrobora a Isabel Alçada.
"Mesmo assim, estes pivetes têm potencial, não achas?"
"Para o quê? A minissérie? Agora que falas nisso..."
Ambas se levantaram do desconforto das cadeiras do cinema e perguntaram para o ar: "Olhem, os meninos desculpem, mas por acaso não estariam interessados em desempenhar os papéis principais de uma série de adolescentes que, para onde quer que vão, seja um bosque ou até mesmo o alto mar, encontram sempre o raio de um mistério que os leva a não saborear o local onde estão e onde o Chico, uma das personagens, acaba sempre ao banano a um dos meliantes envolvidos no mistério?"
"Dude, acho que as petas zetas já me estão a dar a sério, porque até já estou a ver as tipas que escrevem "Os Cinco"," afirma o grassa.
"Pois é. Não é "Os Cinco", é o "Uma Aventura". Mas é," afiança o AD.
"É fodido," afirma o grassa. "Mas sabes o que é que é mais fodido?"
"Não. O quê?," inquere o AD.
"A Cicciolina."
, diz o AD em parceria com o grassa.
"Nós aceitamos, mas só se eu e aqui o grassa formos as gémeas. E ali o A for o nosso caniche. O... - como é que ele se chama? - ... Pratinho de Moelas."
"Caracol."
"Isso. Sabia que era um acepipe."
"Por mim é na boa," diz o tiagugrilu, "mas só se eu for o Paulo."
"Pedro."
"Isso. Sabia que era um acepipe."
"Então e quem fará de Chico?," inquere a Isabel Alçada.
Todos apontaram para o PWFH, incluindo o próprio PWFH.
"Bem, vocês a decidirem quem são é sempre a abrir," constata a Ana Maria Magalhães.
"Ya, é sempre a abrir," afirma o grassa. "E sabes o que é que também é sempre a abrir?"
"Não. O quê?," inquere o AD.
"As pernas da Cicciolina."
, diz o AD em parceria com o grassa.
"Eu cá não me importava de fazer de Faial. Ou de João. Ou de João Faial. Ou de João Pedro Pais. Ou dos pais do João Faial. Ou de ilha do Faial quando o João e o Faial lá forem," declama a CBlues.
Quem fará, afinal, de João e de Faial?
a) A CBlues. Dos dois.
b) O A fará de Faial, o tiagugrilu passará a fazer de Caracol, a CBlues fará de Pedro, o Pedro fará de Faial e o Faial fará de A. E o João que se lixe.
c) A CBlues fará de João e o palhaço fará de Faial, isto imediatamente antes de ele, o Pai Natal, o coelhinho e o Michael Jackson irem no comboio ao circo e, de passagem pela sala de cinema, oferecerem boleia ao grupo e às duas escritoras.
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