segunda-feira, 4 de julho de 2011
Cap. I (e, se houver juízo, único)
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segunda-feira, 10 de maio de 2010
terça-feira, 27 de abril de 2010
A Grileia - Canto VI
"Amigos, acham que devíamos ponderar transf...", começa A.
"Desculpa, o que é que disseste?", interrompe AD.
"Euh... ia perguntar-vos se devíamos..."
"Não, não é isso. O que é que nos chamaste?"
"Amigos?..."
"Amigos?!", exclama AD abrindo os braços e rebolando os olhos de forma exasperada.
"Não somos?...", pergunta A com o lábio inferior já algo tremelicante.
"Iá meu, somos, claro pá, então?", dispara Grilu de pronto. "Até temos estas pulseirinhas a condizer e tudo."
"Mas não chamas amigos aos amigos, isso é bué gay, man.", continua AD, "Ou chunga, se o disseres de forma nasalada."
"Amiguinhos? Companheiros?"
"Piorou..."
"És mesmo homofóbico, dude. Que mal há em tratar os amigos por amigos?", atira Grassa.
"Pá, chamares amigo a um tipo é o mesmo que lhe dizeres «quero passar-te óleozinho pelo corpo para depois fazer amor contigo de forma extremamente terna e ficar abraçadinho a ti até amanhecer.» Ou «passa a carteira e o telemóvel ou levas uma chinada.»"
"Compinchas?" A continuava a enumerar as alternativas que lhe ocorriam.
"Então, para ti, qualquer demonstração de apreço entre homens é sinal de homossexualidade?", pergunta Grilu.
"Depende de como for dito. Se for complementado com «do caralho», não."
"Como assim?"
"Tipo, «és um amigo do caralho.» Ou «Antunes, você é um técnico oficial de contas do caralho.»"
"Isso não é um bocado paradoxal?"
"Paradoxal era a tua prima e casou-se!"
"Tu é que levas com o paradoxo não tarda nada", diz Grassa apontando para a braguilha.
"Ei, isso é mais gay do que aquilo que eu disse!", exclama A apontando acusadoramante o dedo.
"Não pá, insinuar que vais molestar sexualmente um amigo não é gay."
"Como não?! Isso é mais gay que mergulhar numa piscina!"
"Mergulhar numa piscina é gay?"
"Se em vez de estar cheia de água estiver cheia de homens nus, é."
"Mexilhãããããooo!", grita PWFH apontando em direcção aos fardos que boiavam à deriva na pequena baía.
"Este gajo está cada vez pior", murmura Grilu.
"Não acham que o devíamos ajudar a reverter o feitiço em vez de estarmos aqui com conversas parvas?"
a. O grupo decide que a melhor maneira de derrotar a Bruxa do Gelo é invocar a Fada do Fogo - que, por final, fala à fopinha de mafa - e, com um bocado de sorte, assistir a uma bonita luta na lama;
b. O grupo decide que a melhor maneira de derrotar a Bruxa do Gelo é fazer uma fogueirinha com os fardos para que ela relaxe e deixe de ser tão cabra;
c. O grupo decide manter PWFH sob o feitiço porque é um truque giro para fazer nas festas.
"Desculpa, o que é que disseste?", interrompe AD.
"Euh... ia perguntar-vos se devíamos..."
"Não, não é isso. O que é que nos chamaste?"
"Amigos?..."
"Amigos?!", exclama AD abrindo os braços e rebolando os olhos de forma exasperada.
"Não somos?...", pergunta A com o lábio inferior já algo tremelicante.
"Iá meu, somos, claro pá, então?", dispara Grilu de pronto. "Até temos estas pulseirinhas a condizer e tudo."
"Mas não chamas amigos aos amigos, isso é bué gay, man.", continua AD, "Ou chunga, se o disseres de forma nasalada."
"Amiguinhos? Companheiros?"
"Piorou..."
"És mesmo homofóbico, dude. Que mal há em tratar os amigos por amigos?", atira Grassa.
"Pá, chamares amigo a um tipo é o mesmo que lhe dizeres «quero passar-te óleozinho pelo corpo para depois fazer amor contigo de forma extremamente terna e ficar abraçadinho a ti até amanhecer.» Ou «passa a carteira e o telemóvel ou levas uma chinada.»"
"Compinchas?" A continuava a enumerar as alternativas que lhe ocorriam.
"Então, para ti, qualquer demonstração de apreço entre homens é sinal de homossexualidade?", pergunta Grilu.
"Depende de como for dito. Se for complementado com «do caralho», não."
"Como assim?"
"Tipo, «és um amigo do caralho.» Ou «Antunes, você é um técnico oficial de contas do caralho.»"
"Isso não é um bocado paradoxal?"
"Paradoxal era a tua prima e casou-se!"
"Tu é que levas com o paradoxo não tarda nada", diz Grassa apontando para a braguilha.
"Ei, isso é mais gay do que aquilo que eu disse!", exclama A apontando acusadoramante o dedo.
"Não pá, insinuar que vais molestar sexualmente um amigo não é gay."
"Como não?! Isso é mais gay que mergulhar numa piscina!"
"Mergulhar numa piscina é gay?"
"Se em vez de estar cheia de água estiver cheia de homens nus, é."
"Mexilhãããããooo!", grita PWFH apontando em direcção aos fardos que boiavam à deriva na pequena baía.
"Este gajo está cada vez pior", murmura Grilu.
"Não acham que o devíamos ajudar a reverter o feitiço em vez de estarmos aqui com conversas parvas?"
a. O grupo decide que a melhor maneira de derrotar a Bruxa do Gelo é invocar a Fada do Fogo - que, por final, fala à fopinha de mafa - e, com um bocado de sorte, assistir a uma bonita luta na lama;
b. O grupo decide que a melhor maneira de derrotar a Bruxa do Gelo é fazer uma fogueirinha com os fardos para que ela relaxe e deixe de ser tão cabra;
c. O grupo decide manter PWFH sob o feitiço porque é um truque giro para fazer nas festas.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
A Grileia - Canto IV
Grilu e PWFH, este já completamente desmetaform… humano outra vez, sacam cada um das suas cristaleiras e chegam-se à pedra tumular.
- "Quem aqui os tin-tins (ainda não são 22h e não vejo aqui nenhuma bolinha vermelha no canto superior direito, maneiras que…) esfregar, de todo o mal desta ilha se irá safar"… Humm, isto cheira-me a marosca, a ti não?
- Não, a mim cheira-me é a francesinhas, ou o caralho! Vamos mazé almoçar que a conversa deu-me fome! Voltamos aqui daqui a um bocado, assim comássim a pedra não vai a lado nenhum!
- Yá, bute lá, e pedimos ao gajo ali da roulotte para nos saltear os cogumelos que me sobraram. Aproveito e conto-te as férias espectaculares que tive, embora não me lembre delas. Mas não faz mal, tenho as kodaks para mais tarde recordar!, diz Grilu, rindo para si próprio ao ter um breve vislumbre de uma cena em que uma matulona corre atrás dele, Red Light District fora, gritando impropérios e bramindo uma imponente Nossa Senhora da Atlantis, qual sabre de luz.*
À medida que os nossos heróis se afastam, um sinistro manto de nevoeiro forma-se atrás deles… Uma figura alta e esquálida emerge do mar, a paisagem transforma-se e o que já era gélido e desprovido de cor fica… ainda mais gélido e desprovido de cor. Todas as criaturas se arrepiam à sua passagem. É a Bruxa do Gelo, sussurram entre si. Fónix, essa gaja não é boa de assoar, deixa-me é ir para casa que tenho a sopa ao lume!
- Maldito sejas, Grilu, que desenfeitiçaste e soltaste o meu Lobo! E agora, o que é que faço à bicha que me trouxeram da Sibéria? Quem é que a acalma? Muito gosta esta gente de meter o bedelho onde não é chamada! Adiantaram-me três meses o Ragnarok e eu ainda não tenho nada pronto! Os convites, o local do evento e… e… e… malditos sejam! Sapatos!! Ainda não tenho sapatos!! Eu sabia que não devia ter confiado nos anões e nas suas paneleirices: “ah, e tal vamos fazer uma corrente macia como a seda, com ingredientes especiais, para não deixar marcas”…Vais pagá-las, insecto ortóptero, que só sais desta ilha a cantar fininho!!, berra a Bruxa, esbracejando e caminhando em direcção à pedra tumular.
Grassa, A e AD, as tais criaturas que sussurravam entre si, entreolharam-se e…
a) decidem ir avisar Grilu e PWFH que a Bruxa se vai vingar e tapar, com o seu manto de gelo, a pedra tumular;
b) cagam de alto para Grilu e PWFH e vão para casa, que o AD tem a sopa ao lume;
c) cagam-se a rir e decidem ir resgatar os fardos de haxe.
* Esta não é uma cena de ficção. Qualquer semelhança com acontecimentos reais é a mais pura das verdades, tendo sido apenas mantido o anonimato dos intervenientes para protecção dos mesmos.
- "Quem aqui os tin-tins (ainda não são 22h e não vejo aqui nenhuma bolinha vermelha no canto superior direito, maneiras que…) esfregar, de todo o mal desta ilha se irá safar"… Humm, isto cheira-me a marosca, a ti não?
- Não, a mim cheira-me é a francesinhas, ou o caralho! Vamos mazé almoçar que a conversa deu-me fome! Voltamos aqui daqui a um bocado, assim comássim a pedra não vai a lado nenhum!
- Yá, bute lá, e pedimos ao gajo ali da roulotte para nos saltear os cogumelos que me sobraram. Aproveito e conto-te as férias espectaculares que tive, embora não me lembre delas. Mas não faz mal, tenho as kodaks para mais tarde recordar!, diz Grilu, rindo para si próprio ao ter um breve vislumbre de uma cena em que uma matulona corre atrás dele, Red Light District fora, gritando impropérios e bramindo uma imponente Nossa Senhora da Atlantis, qual sabre de luz.*
À medida que os nossos heróis se afastam, um sinistro manto de nevoeiro forma-se atrás deles… Uma figura alta e esquálida emerge do mar, a paisagem transforma-se e o que já era gélido e desprovido de cor fica… ainda mais gélido e desprovido de cor. Todas as criaturas se arrepiam à sua passagem. É a Bruxa do Gelo, sussurram entre si. Fónix, essa gaja não é boa de assoar, deixa-me é ir para casa que tenho a sopa ao lume!
- Maldito sejas, Grilu, que desenfeitiçaste e soltaste o meu Lobo! E agora, o que é que faço à bicha que me trouxeram da Sibéria? Quem é que a acalma? Muito gosta esta gente de meter o bedelho onde não é chamada! Adiantaram-me três meses o Ragnarok e eu ainda não tenho nada pronto! Os convites, o local do evento e… e… e… malditos sejam! Sapatos!! Ainda não tenho sapatos!! Eu sabia que não devia ter confiado nos anões e nas suas paneleirices: “ah, e tal vamos fazer uma corrente macia como a seda, com ingredientes especiais, para não deixar marcas”…Vais pagá-las, insecto ortóptero, que só sais desta ilha a cantar fininho!!, berra a Bruxa, esbracejando e caminhando em direcção à pedra tumular.
Grassa, A e AD, as tais criaturas que sussurravam entre si, entreolharam-se e…
a) decidem ir avisar Grilu e PWFH que a Bruxa se vai vingar e tapar, com o seu manto de gelo, a pedra tumular;
b) cagam de alto para Grilu e PWFH e vão para casa, que o AD tem a sopa ao lume;
c) cagam-se a rir e decidem ir resgatar os fardos de haxe.
* Esta não é uma cena de ficção. Qualquer semelhança com acontecimentos reais é a mais pura das verdades, tendo sido apenas mantido o anonimato dos intervenientes para protecção dos mesmos.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
A Grileia - Canto III
Grilu inspira, tentando ganhar fôlego para contar como ali tinha ido parar, é subitamente interrompido pelo tirilitar do seu telegaitas que reproduzia em mono 8bit essa grande malha que é o "Hungry Like The Wolf".
PWFH, que já estava quase desmetamorfozado do estado de Lobinú, contorce-se na corrente que o prende ao ouvir tal melodia e uiva enquanto a pelagem selvagem irrompe pelos seus poros tatuados.
De volta ao seu estado de Lobinú, PW pede a grilo para não se chegar, mas também para não o abandonar naquele terrível suplício.
- Não te chegues que eu mordo .... mas vá conta lá como cá chegaste!?
- Epá, tinha apanhado um avião para a terra de todas as cenas fixes, menos as socas de madeira e as túlipas, entretanto os motores do avião pararam devido ao fumo da cerimónia de cremação da Bjork (mesmo antes dos Sigur Ros terem escapado à deles) e o avião precipita-se para o mar, mas aterra sem querer em cima de um barco arrastão, que pescava nas redondezas, "pensei, tou safo", mas a merda do barco encalhou num filha da puta de um atrelado que está ali a cem metros da praia com meia dúzia de fardos de haxe a boiar.
Entretanto Tiagu consegue sossegar o "bicho" com a sua estória e decide libertá-lo da corrente que o prendia a uma secular pedra tumular onde se lia uma inscrição semi-legível "Quem aqui os colhões esfregar, de todo o mal desta ilha se irá safar".
Os dois entreolham-se e ...
Agora escolha:
a) Cagam-se a rir e decidem ir resgatar os fardos de haxe.
b) Sacam cada um das suas cristaleiras e chegam-se à pedra tumular.
c) Decidem ir explorar a ilha achando que irão encontrar Grassa, A e AD numa tenda à espera do concerto dos Tokio Hotel.
PWFH, que já estava quase desmetamorfozado do estado de Lobinú, contorce-se na corrente que o prende ao ouvir tal melodia e uiva enquanto a pelagem selvagem irrompe pelos seus poros tatuados.
De volta ao seu estado de Lobinú, PW pede a grilo para não se chegar, mas também para não o abandonar naquele terrível suplício.
- Não te chegues que eu mordo .... mas vá conta lá como cá chegaste!?
- Epá, tinha apanhado um avião para a terra de todas as cenas fixes, menos as socas de madeira e as túlipas, entretanto os motores do avião pararam devido ao fumo da cerimónia de cremação da Bjork (mesmo antes dos Sigur Ros terem escapado à deles) e o avião precipita-se para o mar, mas aterra sem querer em cima de um barco arrastão, que pescava nas redondezas, "pensei, tou safo", mas a merda do barco encalhou num filha da puta de um atrelado que está ali a cem metros da praia com meia dúzia de fardos de haxe a boiar.
Entretanto Tiagu consegue sossegar o "bicho" com a sua estória e decide libertá-lo da corrente que o prendia a uma secular pedra tumular onde se lia uma inscrição semi-legível "Quem aqui os colhões esfregar, de todo o mal desta ilha se irá safar".
Os dois entreolham-se e ...
Agora escolha:
a) Cagam-se a rir e decidem ir resgatar os fardos de haxe.
b) Sacam cada um das suas cristaleiras e chegam-se à pedra tumular.
c) Decidem ir explorar a ilha achando que irão encontrar Grassa, A e AD numa tenda à espera do concerto dos Tokio Hotel.
A Grileia - Canto II
Grilu volta-se com o aparato causado pela queda atrás de si, e o que viu fê-lo questionar se aqueles cogumelos mágicos que havia comprado em Amesterdão ainda estariam dentro da validade. Caído no chão, preso por uma trela, estava não um lobo mas um homem nú.
"Tu?!", exclamou, acercando-se do homem e oferecendo-lhe o alforge de bom vinho da pipa, made in FJZ. "Este tempo todo que estiveste desaparecido, que nós te contámos como mais uma vítima das estradas... estavas aqui?"
Bebendo tudo de penálti, PWFH acena afirmativamente com a cabeça. Explica depois que não sabia sequer como tinha chegado ali. A última coisa de que se lembrava era de ter derrotado a corporação da GNR lá da terra num concurso de bota abaixo de minis. Quando acordou, dias depois, não só tinha perdido o palito como estava na ilha, com o camião parado no areal, metade do atrelado ainda dentro de água.
Explicou ainda que tinha sido enfeitiçado pela bruxa do gelo, que o fazia transformar-se em lobo sempre que ouvia a música "Hungry Like The Wolf" - que, como tinha descoberto da pior maneira, era o hino oficioso da Islândia. E agora estava condenado a vaguear pela gelada Fenris durante cem anos, ou até a bruxa reverter o feitiço. Ou morrer. Ou o caralho.
"Então e tu? Conta lá a história de como vieste parar à ilha.", pergunta PWFH que, não obstante o frio, insistia em permanecer nú, apesar das objecções de Grilu.
"De barco."
"Ah..."
"Pois."
a. Grilu dá ainda mais detalhes da sua viajem;
b. PWFH explica porque é que foi enfeitiçado;
c. O telemóvel de Grilu toca. Por coincidência o seu toque é a música "Hungry Like The Wolf".
"Tu?!", exclamou, acercando-se do homem e oferecendo-lhe o alforge de bom vinho da pipa, made in FJZ. "Este tempo todo que estiveste desaparecido, que nós te contámos como mais uma vítima das estradas... estavas aqui?"
Bebendo tudo de penálti, PWFH acena afirmativamente com a cabeça. Explica depois que não sabia sequer como tinha chegado ali. A última coisa de que se lembrava era de ter derrotado a corporação da GNR lá da terra num concurso de bota abaixo de minis. Quando acordou, dias depois, não só tinha perdido o palito como estava na ilha, com o camião parado no areal, metade do atrelado ainda dentro de água.
Explicou ainda que tinha sido enfeitiçado pela bruxa do gelo, que o fazia transformar-se em lobo sempre que ouvia a música "Hungry Like The Wolf" - que, como tinha descoberto da pior maneira, era o hino oficioso da Islândia. E agora estava condenado a vaguear pela gelada Fenris durante cem anos, ou até a bruxa reverter o feitiço. Ou morrer. Ou o caralho.
"Então e tu? Conta lá a história de como vieste parar à ilha.", pergunta PWFH que, não obstante o frio, insistia em permanecer nú, apesar das objecções de Grilu.
"De barco."
"Ah..."
"Pois."
a. Grilu dá ainda mais detalhes da sua viajem;
b. PWFH explica porque é que foi enfeitiçado;
c. O telemóvel de Grilu toca. Por coincidência o seu toque é a música "Hungry Like The Wolf".
A Grileia - Canto I
48 dias haviam passado desde que o Grilu tinha saído da Holanda. Desesperado por voltar à sua amada tasca das batatas fritas a €1 e sem meios para fazer a viagem de regresso, arrependia-se por não ter dado importância ao velho zarolho com um corvo no ombro que encontrou na Coffee Shop "Midgard" «Não toques nas meninas do Loki»
Preso no barco da Tourné dos Sigur Rós, em direcção à Islândia, o Grilu achava que a sua sorte não podia piorar, mas eis que um vento Este se levanta, empurrando a embarcação a uma ilha que não existe nos mapas, a ilha de Fenris. A sua sorte acabava de piorar.
Chegados à ilha, Jónsi, dos Sigur Rós, começa a cantar. «Pareces uma gaja!» exclama Grilu, «Cona da mãe!» e ri sozinho. Mas Grilu não é o único a ouvir, vindo do outro lado da ilha um uivo que podiam jurar ser de desespero, de quem os ouvidos estão a sangrar ressoa por todo o vale escarpado abafando o riso de Grilu. Um tremor de terra desequilibra-os, atirando-os para o chão, ao longe vêem um vulto enorme a correr a grande velocidade em direcção a eles! Uma cabeça medonha irrompe pela bruma e devora Jónsi! Por entre os gritos de desespero dos restantes membros dos Sigur Rós, ouve-se um «Foda-se sim! Agora come o baterista.» Grilu não tinha conseguido conter o seu entusiasmo e agora arrependia-se amargamente, ao ver o que se escondia por entre a neblina, um enorme Lobo. Grilu corre em direcção ao barco, mas é perseguido pelo Lobo. Já a chegar ao barco, o lobo subitamente para e dá com a focinheira no chão e começa a chorar. Uma trela presa à sua pata impedia-o de ir mais longe.
a) Grilu compadece-se e partilha o vinho da pipa que tinha trazido consigo no alforge e passa a contar a história de como chegou à ilha.
b) Grilu solta o Lobo.
c) Grilu ri-se e tira fotos com o Lobo.
Preso no barco da Tourné dos Sigur Rós, em direcção à Islândia, o Grilu achava que a sua sorte não podia piorar, mas eis que um vento Este se levanta, empurrando a embarcação a uma ilha que não existe nos mapas, a ilha de Fenris. A sua sorte acabava de piorar.
Chegados à ilha, Jónsi, dos Sigur Rós, começa a cantar. «Pareces uma gaja!» exclama Grilu, «Cona da mãe!» e ri sozinho. Mas Grilu não é o único a ouvir, vindo do outro lado da ilha um uivo que podiam jurar ser de desespero, de quem os ouvidos estão a sangrar ressoa por todo o vale escarpado abafando o riso de Grilu. Um tremor de terra desequilibra-os, atirando-os para o chão, ao longe vêem um vulto enorme a correr a grande velocidade em direcção a eles! Uma cabeça medonha irrompe pela bruma e devora Jónsi! Por entre os gritos de desespero dos restantes membros dos Sigur Rós, ouve-se um «Foda-se sim! Agora come o baterista.» Grilu não tinha conseguido conter o seu entusiasmo e agora arrependia-se amargamente, ao ver o que se escondia por entre a neblina, um enorme Lobo. Grilu corre em direcção ao barco, mas é perseguido pelo Lobo. Já a chegar ao barco, o lobo subitamente para e dá com a focinheira no chão e começa a chorar. Uma trela presa à sua pata impedia-o de ir mais longe.
a) Grilu compadece-se e partilha o vinho da pipa que tinha trazido consigo no alforge e passa a contar a história de como chegou à ilha.
b) Grilu solta o Lobo.
c) Grilu ri-se e tira fotos com o Lobo.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Numa Lezíria do Lesotho comendo Lasanha - perfil 3
Nome: Zacarias
Naturalidade: Lemenhe, que fica ali a vinte e seis quilómetros de, basicamente, tudo
Clube: Futebol Clube de Lemenhe, no qual só não joga porque, basicamente, não possui a quantidade certa de pernas
Profissão: Biscateiro
Características físicas: Ausência da perna direita que perdeu quando, basicamente, tentou provar ao seu ex-amigo Migalhas que conseguia desviar da rota um comboio em movimento só com recurso a um pontapé de trivela
Idade: 28
Sonhos: Conseguir desviar da rota um comboio em movimento só com recurso a um pontapé de trivela
Naturalidade: Lemenhe, que fica ali a vinte e seis quilómetros de, basicamente, tudo
Clube: Futebol Clube de Lemenhe, no qual só não joga porque, basicamente, não possui a quantidade certa de pernas
Profissão: Biscateiro
Características físicas: Ausência da perna direita que perdeu quando, basicamente, tentou provar ao seu ex-amigo Migalhas que conseguia desviar da rota um comboio em movimento só com recurso a um pontapé de trivela
Idade: 28
Sonhos: Conseguir desviar da rota um comboio em movimento só com recurso a um pontapé de trivela
Numa Lezíria do Lesotho comendo Lasanha - perfil 2
Nome: Dinis
Naturalidade: Da Maia
Clube: Do FC Porto
Profissão: Detective
Características físicas: Dores de cabeça constantes.
Idade: 45
Naturalidade: Da Maia
Clube: Do FC Porto
Profissão: Detective
Características físicas: Dores de cabeça constantes.
Idade: 45
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Numa Lezíria do Lesotho comendo Lasanha - perfil 1
Nome: Luís Leonardo
Naturalidade: Leiria
Clube: Leixões
Profissão: Leiteiro
Características físicas: Levezinho
Hobby's: Brincar com os tomates. Não só com os seus mas com os de quem lhe vai aparecendo pela frente. Ou petrás.
Naturalidade: Leiria
Clube: Leixões
Profissão: Leiteiro
Características físicas: Levezinho
Hobby's: Brincar com os tomates. Não só com os seus mas com os de quem lhe vai aparecendo pela frente. Ou petrás.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
O regresso do caxineiro - capítulo final
Aconteceu algo de tão espectacular que até era pena se eu adiantasse aqui qualquer coisa e estragasse a surpresa. A este seguiram-se outros eventos espectaculares, vidas cheias e plenas foram-se vivendo até que eventualmente toda a gente morreu*.
Eventualmente, toda a gente que toda a gente conhece também morrerá. Mas outras pessoas ficarão, novas pessoas, e isso é fixe.
*por causas naturais e cada um na sua altura.
Eventualmente, toda a gente que toda a gente conhece também morrerá. Mas outras pessoas ficarão, novas pessoas, e isso é fixe.
o fim
*por causas naturais e cada um na sua altura.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
O regresso do caxineiro - capítulo IV
A suspirou e olhou para o relógio. Parecia-lhe que a viagem estava a demorar uma eternidade e era capaz de jurar que já tinham passado, à vontade, uns bons catorze dias desde que se tinha sentado no seu lugar.
Fáfá e a cabra, que entretanto tinham formado uma bonita amizade, dormitavam abraçados no banco à sua frente e, aborrecido, A decide tentar meter conversa com a menina que passeia o carrinho das bebidas.
De súbito o comboio pára com grande aparato e malas, revistas e bebés voam carruagem fora com o safanão. Adolescentes histéricas gritam, donas de casa apoquentadas desmaiam, idosas incomodadas resmungam que no tempo do Salazar é que era bom e uma ou outra pinga de urina é vertida.
Alguém havia puxado o travão de emergência, mas quem? Curioso, A olhou em volta apenas para descobrir que era a sua própria mão que repousava na alavanca.
"Raios, esqueci-me de tomar os comprimidos!", exclamou.
O que poucos sabiam é que...
"Ei, quem é que disse isso?"
.. A sofria do Síndrome do Dr. Estranho-Amor, uma condição...
"Quem é que está a falar?"
... que faz com que um braço se mova independente da vontade do seu dono...
"Tiagu, és tu?"
... e sem a medicação apropriada é apenas uma questão de tempo até que as tropelias se sucedam e algumas vidas se percam.
"Grassa?..."
No caso de A, e apenas no seu, outro dos sintomas é a audição de vozes de eventuais narradores.
"Michael Phelps?"
Narradores. Não nadadores.
"Ah. Isso faz mais sentido."
Posso continuar?
"Desculpa."
Agora já me perdi.
a) A toma os comprimidos, fica bom, pede desculpa ao pica pelo incómodo e o comboio retoma a sua viagem;
b) O braço de A, um justiceiro renegado chamado Cobra, decide combater o crime à estalada na grande cidade;
c) Acontece algo de tão espectacular que até era pena se eu adiantasse aqui qualquer coisa e estragasse a surpresa.
Fáfá e a cabra, que entretanto tinham formado uma bonita amizade, dormitavam abraçados no banco à sua frente e, aborrecido, A decide tentar meter conversa com a menina que passeia o carrinho das bebidas.
De súbito o comboio pára com grande aparato e malas, revistas e bebés voam carruagem fora com o safanão. Adolescentes histéricas gritam, donas de casa apoquentadas desmaiam, idosas incomodadas resmungam que no tempo do Salazar é que era bom e uma ou outra pinga de urina é vertida.
Alguém havia puxado o travão de emergência, mas quem? Curioso, A olhou em volta apenas para descobrir que era a sua própria mão que repousava na alavanca.
"Raios, esqueci-me de tomar os comprimidos!", exclamou.
O que poucos sabiam é que...
"Ei, quem é que disse isso?"
.. A sofria do Síndrome do Dr. Estranho-Amor, uma condição...
"Quem é que está a falar?"
... que faz com que um braço se mova independente da vontade do seu dono...
"Tiagu, és tu?"
... e sem a medicação apropriada é apenas uma questão de tempo até que as tropelias se sucedam e algumas vidas se percam.
"Grassa?..."
No caso de A, e apenas no seu, outro dos sintomas é a audição de vozes de eventuais narradores.
"Michael Phelps?"
Narradores. Não nadadores.
"Ah. Isso faz mais sentido."
Posso continuar?
"Desculpa."
Agora já me perdi.
a) A toma os comprimidos, fica bom, pede desculpa ao pica pelo incómodo e o comboio retoma a sua viagem;
b) O braço de A, um justiceiro renegado chamado Cobra, decide combater o crime à estalada na grande cidade;
c) Acontece algo de tão espectacular que até era pena se eu adiantasse aqui qualquer coisa e estragasse a surpresa.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
O regresso do caxineiro - capítulo III
A não consegue adormecer pois o passageiro que vai à frente dele, de bigode e óculos escuros, não pára de olhar para ele com um sorrisinho maroto. A devolve o olhar mas com um ar ameaçador como quem diz “Olha, olha, agora tenho de gramar com este rabanholas a galar-me”. A figura não lhe era estranha, o cabelo loiro muito “forforscente” e as raízes pintadas de preto, a cara borbulhenta e os olhos pareciam ter combinado um encontro junto à cana do nariz. Faziam também parte do pandãn da estranha criatura, um fato de treino tipo “domingo no Colombo” uma pochete Speedo e um bigode carnavelesco mal colado e também descolorado. A reconheceu-o, apesar do disfarce, era o seu ex-colega de escola e agora futura promessa adiada do Glorioso, o Fábio Coentrão.
A fingiu não o conhecer e virou a sua atenção para a branca cabra anã, que trazia por um cordel. Passou-lhe a mão pelo pêlo e a cabra baliu suavemente fazendo com que o pica que arrastava os pés pelo linóleo do corredor da carruagem olhasse de soslaio por cima do ombro casposo.
Enquanto o Alfa passava a abrir por cima do Nabão mesmo pelo meio dos Marmelais, A semicerrou os olhos e com a mão caída sobre o dorso do pequeno animal, pensava na chegada ao seu destino e na missão que lhe fora incumbida pelo Grande Timoneiro das Caxinas.
Agora escolha:
a) O comboio para com grande aparato porque alguém puxou a alavanca de emergência.
b) Fábio Coentrão tira o bigode e mete conversa com A fazendo com que este o reconheça.
c) A cabra do A sofre de um repentino ataque de caganeira.
d) A liga, telefona e contacta PWFH e o resto da cambada a informar o horário da sua chegada.
A fingiu não o conhecer e virou a sua atenção para a branca cabra anã, que trazia por um cordel. Passou-lhe a mão pelo pêlo e a cabra baliu suavemente fazendo com que o pica que arrastava os pés pelo linóleo do corredor da carruagem olhasse de soslaio por cima do ombro casposo.
Enquanto o Alfa passava a abrir por cima do Nabão mesmo pelo meio dos Marmelais, A semicerrou os olhos e com a mão caída sobre o dorso do pequeno animal, pensava na chegada ao seu destino e na missão que lhe fora incumbida pelo Grande Timoneiro das Caxinas.
Agora escolha:
a) O comboio para com grande aparato porque alguém puxou a alavanca de emergência.
b) Fábio Coentrão tira o bigode e mete conversa com A fazendo com que este o reconheça.
c) A cabra do A sofre de um repentino ataque de caganeira.
d) A liga, telefona e contacta PWFH e o resto da cambada a informar o horário da sua chegada.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
O regresso do caxineiro - capítulo II
O dia amanheceu triste e chuvoso, tal como A gostava. Com uma lágrima pendente e a fazer beicinho, olhou em volta e despediu-se, uma vez mais, do seu cantinho. Acabava ali uma etapa importante da sua vida. Ia tentar a sua sorte na capital. Diz que lá há emprego. E gajas. Este não era o melhor momento para abandonar a cidade que o acolhera durante tanto tempo, sobretudo agora que aí vinham os U2. Mas ainda falta um ano, pensou. Ainda cá volto! E arrumou, com especial cuidado, as suas t-shirts do seu tempo de groupie – todas menos uma, a sua preferida, aquela que levaria vestida na viagem - e fechou a mala. Certificou-se de que tinha o bilhete na carteira, deu duas voltas à chave, e saiu.
Já estava tudo combinado. Tinha travado conhecimento com uns moços bem simpáticos num chat para adultos e parece que até tinham organizado uma festa de boas vindas e tudo. Estava ansioso!
A entra no Alfa Pendular, senta-se no seu lugar, fecha os olhos, respira fundo e descontrai…
a) A adormece e sonha que está num campo verde, com milhares de pandas bebés
b) A adormece e cabeceia no ombro da moça que vai ao lado dele, com um fio de baba a escorrer pelo canto da boca
c) A não consegue adormecer pois o passageiro que vai à frente dele, de bigode e óculos escuros, não pára de olhar para ele com um sorrisinho maroto
Já estava tudo combinado. Tinha travado conhecimento com uns moços bem simpáticos num chat para adultos e parece que até tinham organizado uma festa de boas vindas e tudo. Estava ansioso!
A entra no Alfa Pendular, senta-se no seu lugar, fecha os olhos, respira fundo e descontrai…
a) A adormece e sonha que está num campo verde, com milhares de pandas bebés
b) A adormece e cabeceia no ombro da moça que vai ao lado dele, com um fio de baba a escorrer pelo canto da boca
c) A não consegue adormecer pois o passageiro que vai à frente dele, de bigode e óculos escuros, não pára de olhar para ele com um sorrisinho maroto
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
PWFH nas garras do mandarim, Cap. XV
- Sabem o que é que eu digo sempre em alturas destas? "Foda-se!" simplesmente, "foda-se!".
- Verdade, ainda estou a pensar como é que é possível termos resolvido aquilo tudo daquela forma! Há coisas que me ultrapassam. E o pacote, vamos abrir a ver o que raio tinha lá dentro?
- Pega aí. Abre.
A medo abre o pacote que cintila à luz do fim de tarde
-Então? Estamos satisfeitos?
-Sim, acho que estamos satisfeitos...
-E vais mostrar, ou o caralho!?
De coração recortado pela vertigem da velocidade com que percorriam o caminho para casa, um riso generoso solta-se de dentro do mini branco que se perde na eternidade do horizonte. Histórias assim nunca deviam ser esquecidas.
- Verdade, ainda estou a pensar como é que é possível termos resolvido aquilo tudo daquela forma! Há coisas que me ultrapassam. E o pacote, vamos abrir a ver o que raio tinha lá dentro?
- Pega aí. Abre.
A medo abre o pacote que cintila à luz do fim de tarde
-Então? Estamos satisfeitos?
-Sim, acho que estamos satisfeitos...
-E vais mostrar, ou o caralho!?
De coração recortado pela vertigem da velocidade com que percorriam o caminho para casa, um riso generoso solta-se de dentro do mini branco que se perde na eternidade do horizonte. Histórias assim nunca deviam ser esquecidas.
O Fim
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
PWFH nas garras do mandarim, Cap. IX
PAAAAM!
AD tinha estacado de repente porque vinha a passar um carro e Grassa não conseguiu parar, abalroando o pobre rapaz, e ainda por cima foi petrás. O veículo era o mini de PWFH e tiagugrilu2, vindo directamente do passado (ou do futuro, whateva!).
- Só me faltava mais esta, ou o caralho! Tiagugrilu2 preenche tu a declaração amigável que eu tenho hora marcada no salão da Madame Borboleta, diz PWFH batendo com a porta.
- Puto, tiraste a carta onde? - pergunta tuagugrilu2 - E agora o que é que eu digo ao Quimbé? O carro é dele, man!
- Caguei no Quimbé, desta é que o AD não me escapa. Andá cá, ó jóia! – diz grassa.
- Deslarga-me, bacano, que já me babaste todo. Pá.
A confusão instala-se entre os Quatro Magníficos. À medida que cada um invocava os seus super-poderes, os outros membros acercavam-se para ver. E para mandar uns bitaites. E para fazer apostas. Murros, encontrões, apalpões, safanões, roupa pelo ar, cheerleaders, pipocas, penas, enfim, uma briga feia. Já ninguém sabia por que razão ali estava nem o que estavam a combater. São lixadas, as drogas.
No final, o cenário era desolador. A um canto, as três tempestades, que agora não passavam de Aguaceiros, Chuviscos e Ventos Fracos, consolavam a revista Gina, que tinha perdido de vez a sua página do meio. A Bimby tinha partido a peça de ralar queijo, o Vibrador estava murcho por falta de pilha e a Sagres Média morta e sem carica. Só a Telefonia emitia, ainda, um crzzzz zz crcr, em AM.
Virados para a sua própria desgraça, não viram chegar PWFH, que assobiava, de mãos nos bolsos, com um ar visivelmente satisfeito.
O que aconteceu a seguir:
a) Nada.
b) Paulo China, aproveitando o caos, convoca os heróis de Shaolin e todos os Tipos Ruins que conhece, convicto que é desta que vai ao pacote, entretanto esquecido no banco de trás.
c) PWFH conseguiu um tratamento especial (cof cof) no Salão de Madame Borboleta, composto por massagem a quatro mãos, banhos com água Vichy, tatuagem nova e outras cenas.
AD tinha estacado de repente porque vinha a passar um carro e Grassa não conseguiu parar, abalroando o pobre rapaz, e ainda por cima foi petrás. O veículo era o mini de PWFH e tiagugrilu2, vindo directamente do passado (ou do futuro, whateva!).
- Só me faltava mais esta, ou o caralho! Tiagugrilu2 preenche tu a declaração amigável que eu tenho hora marcada no salão da Madame Borboleta, diz PWFH batendo com a porta.
- Puto, tiraste a carta onde? - pergunta tuagugrilu2 - E agora o que é que eu digo ao Quimbé? O carro é dele, man!
- Caguei no Quimbé, desta é que o AD não me escapa. Andá cá, ó jóia! – diz grassa.
- Deslarga-me, bacano, que já me babaste todo. Pá.
A confusão instala-se entre os Quatro Magníficos. À medida que cada um invocava os seus super-poderes, os outros membros acercavam-se para ver. E para mandar uns bitaites. E para fazer apostas. Murros, encontrões, apalpões, safanões, roupa pelo ar, cheerleaders, pipocas, penas, enfim, uma briga feia. Já ninguém sabia por que razão ali estava nem o que estavam a combater. São lixadas, as drogas.
No final, o cenário era desolador. A um canto, as três tempestades, que agora não passavam de Aguaceiros, Chuviscos e Ventos Fracos, consolavam a revista Gina, que tinha perdido de vez a sua página do meio. A Bimby tinha partido a peça de ralar queijo, o Vibrador estava murcho por falta de pilha e a Sagres Média morta e sem carica. Só a Telefonia emitia, ainda, um crzzzz zz crcr, em AM.
Virados para a sua própria desgraça, não viram chegar PWFH, que assobiava, de mãos nos bolsos, com um ar visivelmente satisfeito.
O que aconteceu a seguir:
a) Nada.
b) Paulo China, aproveitando o caos, convoca os heróis de Shaolin e todos os Tipos Ruins que conhece, convicto que é desta que vai ao pacote, entretanto esquecido no banco de trás.
c) PWFH conseguiu um tratamento especial (cof cof) no Salão de Madame Borboleta, composto por massagem a quatro mãos, banhos com água Vichy, tatuagem nova e outras cenas.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
PWFH nas garras do Mandarim, Cap. VIII
Paulo China, que entretanto tirava fotos abraçado a Luís Figo, atiçou as 3 Tempestades a Limpopó. Este sucumbiu de imediato e sem aviso prévio. Não de um terrível ataque de uma delas, apenas do terror que lhe percorreu o corpo, acabando logo ali com o seu fraco coração.
Quando Limpopó cai no chão, toda a gente sente uma certa nostalgia. Era triste ver aquele pedaço das vidas deles assim caido no chão, inerte. Nisto ouve-se o motor de um 2Cv. Cruza a esquina a arrastar pedaços de pára-choques pelo chão, numa nuvem mista de fumo de escape e de purduto do bom, que pára perto desta triste cena.
De dentro sai A disfarçado de bimby, que grita "cuméquié, pessoaaaaaaaal!!!!?" e cai de cabeça no decote de Isa. Depois sai tiagugrilu disfarçado de sagres média e efectuando um extraordinária série de passos ao estilo Riverdance, no fim dos quais desmaia em cima da Gata. De seguida sai Grassa disfarçado de vibrador, a correr na direcção da Nawita e a gritar "Eu sou uma pixota eléctrica". AD disfarçado de revista gina sai calmamente e deita-se no chão, e CBlues, disfarçada de telefonia, assobia para o lado enquanto lhe espreita a página central. E diz AD "o que eu gostava era que alguém me esfolheasse todo, pá", coisa que fez grassa desistir de Nawita e começar a correr atrás de AD, que dá um salto e foge desvairado, perdendo páginas de deboche pela rua fora.
Dobram a esquina e passado uns segundos ouve-se lá muito ao fundo AD a pedir socorro e grassa a continuar a gritar "Eu sou uma pixota eléct..." PAAAAM!
Vai tudo a correr, ver o que se passou.
a) AD tinha estacado de repente porque vinha a passar um carro e Grassa não conseguiu parar, abalroando o pobre rapaz, e ainda por cima foi petrás.
b) AD e Grassa são mandados para pela polícia po excesso de velocidade, que lhes pede os documentos das estranhas viaturas.
c) Sem razão aparente, todas as personagens do sexo feminino presentes na estória ficam subitamente desnudas, por obra de um feiticeito chinês. Descobre-se que Paulo China também está nú e que afinal é uma mulher.
Quando Limpopó cai no chão, toda a gente sente uma certa nostalgia. Era triste ver aquele pedaço das vidas deles assim caido no chão, inerte. Nisto ouve-se o motor de um 2Cv. Cruza a esquina a arrastar pedaços de pára-choques pelo chão, numa nuvem mista de fumo de escape e de purduto do bom, que pára perto desta triste cena.
De dentro sai A disfarçado de bimby, que grita "cuméquié, pessoaaaaaaaal!!!!?" e cai de cabeça no decote de Isa. Depois sai tiagugrilu disfarçado de sagres média e efectuando um extraordinária série de passos ao estilo Riverdance, no fim dos quais desmaia em cima da Gata. De seguida sai Grassa disfarçado de vibrador, a correr na direcção da Nawita e a gritar "Eu sou uma pixota eléctrica". AD disfarçado de revista gina sai calmamente e deita-se no chão, e CBlues, disfarçada de telefonia, assobia para o lado enquanto lhe espreita a página central. E diz AD "o que eu gostava era que alguém me esfolheasse todo, pá", coisa que fez grassa desistir de Nawita e começar a correr atrás de AD, que dá um salto e foge desvairado, perdendo páginas de deboche pela rua fora.
Dobram a esquina e passado uns segundos ouve-se lá muito ao fundo AD a pedir socorro e grassa a continuar a gritar "Eu sou uma pixota eléct..." PAAAAM!
Vai tudo a correr, ver o que se passou.
a) AD tinha estacado de repente porque vinha a passar um carro e Grassa não conseguiu parar, abalroando o pobre rapaz, e ainda por cima foi petrás.
b) AD e Grassa são mandados para pela polícia po excesso de velocidade, que lhes pede os documentos das estranhas viaturas.
c) Sem razão aparente, todas as personagens do sexo feminino presentes na estória ficam subitamente desnudas, por obra de um feiticeito chinês. Descobre-se que Paulo China também está nú e que afinal é uma mulher.
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